Reciprocidade? Padrão? Barulho? Lona? Preciosidade? Normal? Verdade? Julgar? Mar?
Há dois minutos encontrei um conto, a reciprocidade da nossa relação era simples e sincera. Um dependia do ato de ser escrito para realmente vir a ser, o outro dependia do lúdico para também vir a ser. Não existia padrão daquilo que poderia vir a ser em nenhum dos dois lado, apenas foi percebido um barulho do encontro! O som de algo como o vento, forte como se estivesse batendo numa lona durante o vendaval, a preciosidade daquele momento era... Não sei, normal, talvez?
A verdade de quem experimentou ou pode vir a experimentar aquele ato, é difícil de ser desvendado pelos sensores que nos adaptam, mas, existem exceções. Tente julgar o mar!

Nenhum comentário:
Postar um comentário