A precocidade dos fatos ocorridos deixam tênues marcas em meus ombros, apesar da realização o peso de sua concretização é inerente á mim mesma pequena, frágil e sempre atenta aos alarmantes fenômenos, dialeticamente este ar precoce me transforma para poder encenar na sociedade que vivemos. Do material abstraio e sinto falta de detalhes ainda presos por sua formalidade, o capital governa pela própria marca da qual não consigo aparta-me.
O estranhamento, a revolta, a revolução, mas estou buscando uma abdução nisso tudo. A Nice não irá gostar, mas tenho que ler ´´A Ecologia de Marx`` de John Bellamy Foster ( só depois de me deliciar com chocolate Lindor no feriado que está chegando)!

ABSOLUTAMENTE MARAVILHOSO, Bru!
ResponderExcluirTá cada dia se expressando melhor!
Parabéns!!!!!!
Tenho medo do que minhas idéias podem causar, mas este é o espaço mínimo que me satifaz em expor.
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