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sábado, 16 de abril de 2011

Ombros

A precocidade dos fatos ocorridos deixam tênues marcas em meus ombros, apesar da realização o peso de sua concretização é inerente á mim mesma pequena, frágil e sempre atenta aos alarmantes fenômenos, dialeticamente este ar precoce me transforma para poder encenar na sociedade que vivemos. Do material abstraio e sinto falta de detalhes ainda presos por sua formalidade, o capital governa pela própria marca da qual não consigo aparta-me.
 O estranhamento, a revolta, a revolução, mas estou buscando uma abdução nisso tudo. A Nice não irá gostar, mas tenho que ler ´´A Ecologia de Marx`` de John Bellamy Foster ( só depois de me deliciar com chocolate Lindor no feriado que está chegando)!        

2 comentários:

  1. ABSOLUTAMENTE MARAVILHOSO, Bru!
    Tá cada dia se expressando melhor!
    Parabéns!!!!!!

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  2. Tenho medo do que minhas idéias podem causar, mas este é o espaço mínimo que me satifaz em expor.

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